04/09/2014

Porque com fé não costuma falhar?

Silvio Marques

Para responder ao presente questionamento viajando na sutileza dos detalhes, vamos tomar como base os estudos das dimensões. Oficialmente a Física somente reconhece quatro (4) dimensões. Mas as possíveis outras seis que ela teoriza existir, num total de dez, portanto; embora não possam sustentar as conclusões espiritualistas, que apontam para sete (7) dimensões, deixa em aberto essas possibilidades. Ou, quando nada, não neutralizam as conclusões espirituais.
Das sete (7) dimensões espirituais teorizadas pelos teólogos e religiosos, as quatro primeiras são exatamente as mesmas quatro (4) dimensões reconhecidas oficialmente pela ciência. São claramente dimensões físicas apesar de estarem listadas também como espirituais. Mas espirituais mesmo somente a partir da 5ª dimensão, onde, livres das limitações das Leis materiais, vivem as almas que já deixaram o corpo material, ou mesmo seres mais elevados que, possivelmente, nunca tiveram um. Mas a partir daí tudo fica alheio a ciência, que não estuda, não investiga estas questões; porque não é este o seu objetivo. As questões espirituais são imensuráveis para a ciência.
O Mestre Masaharu Taniguchi, fundador da Filosofia Religiosa Seicho-no-Ie, argumenta as ações dos seres das primeira e segunda dimensão, da seguinte forma (descrevo com minhas palavras):
A primeira dimensão é a dimensão do comprimento. Os seres que vivem limitados a essa dimensão somente tem intuição (ou mente intuitiva) que lhe faz entender o “universo” a sua frente, em linha reta. Ou seja, esses seres não reconhecem os lados, a segunda dimensão, não a alcançam. Esclarece o citado Mestre, que se houver algum alimento ao lado de um desses seres da 1ª dimensão ele não se volta para o lado para pegá-lo, porque para ele este alimento simplesmente não existe. O lado já é uma possibilidade da 2ª dimensão.
O mesmo acontece com os seres da segunda dimensão. Esses seres, sim, se houver algum alimento ao lado de onde ele irá passar, ele se volta de lado para pegá-lo. Entretanto, se alguém brincando levantar este alimento antes dele pegá-lo, ele poderá “pensar” que aconteceu alguma mágica; o alimento, inexplicavelmente para ele, desapareceu.
Isto acontece porque ele não reconhece a 3ª dimensão; ela esta além da sua percepção. E se alguém tornar a baixar o aludido alimento à sua frente, ele poderia até entender que aconteceu “um milagre”. Pois, baixar ou subir são ações da dimensão da altura (ou profundidade) que é a 3ª dimensão; a dimensão em que nós e alguns animais vivemos e reconhecemos.
A quarta dimensão, tanto física quanto espiritual, é a dimensão do tempo (ou duração). É a relação de tempo e espaço. Qual seja: para se percorrer um espaço, demanda-se um tempo; para se viver uma vida ou praticar uma ação qualquer, demanda certa duração.
A quinta dimensão espiritual, como já dissemos, é a dimensão livre das leis físicas, das leis da matéria, onde habitam os seres destituídos de corpos físicos.
A sexta dimensão, diz o mestre Taniguchi, é a dimensão do Amor. E a sétima dimensão é a dimensão absoluta que transcende tudo. É a dimensão da criação de onde tudo provém. Seria como entender (digo eu) que fosse a “morada” de Deus, a fonte de tudo. Acrescenta, ainda, o Mestre, que esta sétima dimensão não é anterior a uma possível oitava. Sete na numerologia representa “o infinito”.
Agora sim, podemos responder mais facilmente a pergunta que intitula o presente texto: “Porque com fé não costuma falhar”?
As pessoas que duvidam que possam alcançar, que possam obter, conquistar alguma coisa que desejam, se comportam exatamente como os bichinhos das dimensões inferiores. Elas duvidam porque não reconhecem o que esta além da sua dimensão. E foram para elas que Jesus deve, outrora, ter dito: “Homens de pouca fé”!
A fé tem mesmo que transcender as lógicas e dimensões materiais. Não é como comprar pão na padaria ou pegar água na bica; onde primeiramente precisamos saber se de fato tem pão e se tem água. A provisão que você não vê, mas acredita, isto é ter Fé. Os bichinhos da primeira dimensão, por não ter fé que o alimento que ele não vê existe; fica com fome.
Entretanto, devo registrar, não estou falando da fé religiosa tradicional. Até certo ponto ela também tem lógica material. Os fiéis entendem que, se tem o apoio, a ajuda, o “poder” ou a força do santo consigo, eles podem mais; eles podem tudo. E muitas das vezes funcionam. Na maioria das vezes, funcionam. E é isso que as ilude. ____ Quando não há reflexão, manifesta-se a ilusão! ____ Por exemplo: as pessoas pensam que é o remédio que cura as suas doenças; mas não é. O que de fato cura é a ação da Vida que esta no corpo. Dê remédio para um cadáver e verão a sua inutilidade quando não há a ação da Vida.
O que lhe faz vencedor em qualquer peleja é a sua fé, a sua convicção; tanto quanto seu desanimo e desconfiança em si mesmo é a causa de seu fracasso. A força ou o poder não esta no santo, está na força de sua fé.
Todos os seus sonhos e desejos, abençoados por Deus, já estão contemplados no Mundo da Provisão Infinita que você não vê. ____ Avança além das suas limitações materiais! Avança além de seus “olhos”! Avança além desta nossa dimensão tridimensional!
É por isto que com fé não costuma falhar! Com fé, não falha nunca!

08/08/2014

PENITÊNCIA: NEM RESGATE... NEM OFERENDA

Silvio Marques
          A fundação de Assistência ao Estudante (FAE), órgão do Ministério da Educação, editou em 1984 um dicionário da língua portuguesa do qual algumas vezes me utilizo como fonte de consulta.
          Consultando-o a respeito da significação da palavra penitência, extraí o seguinte: penitência = arrependimento; dor do pecado; pena imposta pelo confessor para remissão dos pecados; sacrifício para expiação dos pecados; incômodo; tormento.
          Por razões religiosas, penso, esta palavra um dia será banida dos dicionários de todas as nações. A penitência, irremediavelmente, será uma primitiva e absurda prática do passado. Quanto ao seu significado, em qualquer época, penso que “arrependimento” jamais foi seu sinônimo. Penitência quer dizer castigo, punição para remissão ou expiação de pecados. Mas acontece que elas podem ser cumpridas apenas em obediência a imposição do confessor ou por sua recomendação; não em sinal de verdadeiro e devido arrependimento. Esta prática se estende á séculos. Obedecendo a recomendação do confessor, obtém-se algum alívio. E é por isto que voltam a “pecar” outras vezes sem nenhum pudor; e também voltam ao confessor em busca do mesmo alivio.
 
Felizmente, como já não era sem tempo, hoje temos alguns pensamentos renovadores que não dão valor algum a essas práticas de sacrifícios ou castigos para remir as faltas. Ora! Que pai se sentiria reverenciado ou adorado somente ao ver, por exemplo, o seu filho com os joelhos doloridos e sangrando, em razão de ter subido ajoelhado vários degraus de escadas para agradá-lo? ____ Eu, que certamente sou muito menos generoso do que Deus, simplesmente diria ao meu filho: “porque você não tomou o elevador ou o teleférico”? ____ E Deus deve pensar pesaroso: “Agora tenho duas tarefas: curar tua alma e curar teus joelhos!”
Somente o sincero arrependimento pode anular o pecado (o erro, a falta). Mas não precisa e nem é aconselhável que venha acompanhado de imolações. Isso é o amargo fruto da ignorância.
O arrependimento é como a água, o pecado é como a sujeira. Quando a “água” lava a “sujeira” ambos desaparecem e o que ressurge é a imagem original. Que neste caso: a alma pura do individuo criado por Deus. E para Ele é o que importa.
Que proveito há para um pai o sacrifício ou penitência de seu querido filho? Fazer o que com essa “oferenda”?  Ela não tem serventia nem para provar o arrependimento do filho, nem para resgatar a sua culpa. Muito menos para agradar um pai.

Somente o amor é oferenda. O sincero arrependimento é manifestação do amor de Deus que constitui a nossa alma original. Jesus disse tão somente: “vá, e não peques mais!” Ele não recomendou penitencia alguma. Quando surge o arrependimento, no mesmo instante reluz essa alma divina em nosso interior... E Deus “sorri” no ritmo do nosso alivio. Este é o sintoma do perdão.

07/07/2014

UMA PROVA DE FÉ

Silvio Marques

Nas nossas relações com o Criador há uma enorme barreira que tem nos causado muitas dificuldades no que diz respeito a um entendimento mais aprimorado, uma comunicação mais clara e íntima; e consequentemente, reduzidas colheitas. A ela dá-se o nome de “lógica humana”. Uma considerável muralha imposta pelos conceitos terrenos que, de plantão permanente, não permite que visualizemos outras possibilidades.   

Quase sempre que nos relacionamos com Deus nos posicionamos da seguinte forma: ou nos colocamos muito abaixo Dele por Sê-Lo Deus; ou O colocamos na posição (a nível) de outro ser humano, seguindo a imposição da citada lógica. Um exemplo claro desta prática é quando algumas doutrinas religiosas orientam aos seus seguidores para agradecerem ao Pai, antes mesmo de terem recebido as graças a Ele solicitadas. O que acontece é que eles, em seu particular silêncio, se perguntam: “como vou agradecer por algo que ainda não recebi?” A nível humano é racional compreender que seja até um absurdo uma ação como esta. Parece até um ato de ironia ou deboche agradecer pelo que ainda não recebemos; “pagar pelo que não consumimos”. Entretanto, estamos falando de um relacionamento “cujo interlocutor” é Deus; não de um ser humano que pode a qualquer momento mudar de idéia e tornar o nosso agradecimento em vão. Ao agradecermos ao Pai antecipadamente, estamos dando prova concreta de nossa necessária fé e humildade. Se o nosso desejo for algo inerente a Ele, seremos infalivelmente atendidos. Mesmo porque, “o pai já lhe deu tudo, antes mesmo de lho pedirdes”. Assim disse Jesus. ___ Lembra-se? Não obstante, nunca devemos oferecer-Lhe agradecimentos com um malicioso sentimento comercial. Só agradeça se você tiver certeza de que será atendido. É aí que habita a tua fé. Se estais pobre de fé, estais pobre de tudo! E se estais pobre de tudo; estais mesmo um miserável; bem distante da sua verdadeira condição de Filho de Deus, herdeiro de todas as coisas. Se conscientizardes, se reconhecerdes que és Filho de Deus, herdeiro de tudo; não no sentido humano de quantidade, mas sim, no sentido da provisão total do agora; sentir-se-á abastecido e provido desse tudo.

“Tenha fé como um grão de mostarda”. O que será que quer dizer isto? Quer dizer que a semente de mostarda não duvida que possa ser um pé de mostarda. Nenhum outro grão duvida que será grande no meio de sua espécie. Entre todos os seres, grãos e criaturas que foram criados por Deus, o único que muitas vezes duvida de suas possibilidades é o homem. Não seja um “homem”, portanto! Seja um Filho de Deus!

05/06/2014

Um Recado para o Cientista

Silvio Marques
Em resposta à pergunta do entrevistador, recentemente um cientista brasileiro declarou num programa de televisão de considerável audiência:
          Pergunta do entrevistador:
 ____ “Doutor, a dinâmica do universo precisa de Deus para funcionar?”
          Resposta do físico:
____ “Não! A dinâmica do universo não precisa de Deus para funcionar!”
          A propósito disso estou mandando este recado, não somente para ele (o físico), mas, também para todos os demais cientistas do mundo, principalmente para os que se dizem descrentes em Deus.
          Saibam, pois, Senhores Cientistas, que tudo o que a ciência descobre, desvenda, conclui, nada mais é do que passar a conhecer a dinâmica da Vida de Deus. É tão somente isto. O que vocês estudam, manipulam, debatem, esmiúçam, nada mais é do que estudar a Vida de Deus. Os cientistas são os maiores teólogos da humanidade e nem sabem disto.
          Texto da Revista Veja de 10 de Abril do ano de 2013, anuncia que a Drª. Fabiola Gianotti, candidata ao Premio Nobel de física do citado ano, e sua equipe no laboratório CERN, “...detectaram uma tênue partícula subatômica... que nunca antes dera sinais de sua existência”. Quanto a isto, podemos dizer que eles simplesmente (sim, a palavra é esta mesmo: simplesmente, apenas) haviam acabado de detectar uma “tênue partícula de Deus; um átomo de Deus, uma molécula de Deus”. É simplesmente assim que devemos enxergar toda esta “descoberta”. A Vida, a Natureza, todas as energias e movimentos não são frutos de acasos da existência. Tudo o que existe, palpável ou não, È Deus, é parte de Deus.
          Não obstante, no deus que os cientistas descrentes dizem não crer, eu também não creio. E todas aquelas pessoas que são um pouco mais atentas ou um pouco mais evoluídas espiritualmente não podem acreditar também. O deus administrador do mundo, consolador dos fracos e dos oprimidos, etc, etc, não existe verdadeiramente. E é com esta configuração de deus que eles se negam crer. ____ Dou-lhes os parabéns!____ Esse “deus” nada mais é que muletas mentais, placebos funcionais que os religiosos pouco evoluídos derramam todos os dias na mente da humanidade sofrida e/ou fraca; porém, cega e preguiçosa. Preguiçosa, sim. A maioria tem preguiça de refletir a Vida mais seriamente. Acomodados, tem a fé plantada nos limites dos ouvidos.
          O Deus Onipresente são as próprias Leis Universais que regem e permeiam a Vida como um todo. E estas Leis foram estabelecidas pela Sua própria existência. A própria existência é uma constatação da Vida de Deus.
          É perfeitamente compreensível que o homem, pelo texto descrito no Gênese, pense que “num determinado dia tudo era treva e então Deus disse: “Faça-se a luz”!, e a luz se fez presente, e tudo começou. Na verdade, todo dia, hoje e amanha esse mesmo Deus continua dizendo: Faça-se Luz.
Explico:
          A sabedoria manifestada na mente de um cientista quando desvenda algum “mistério” da natureza, nada mais é do que a “Luz” que se projeta no desconhecido. É como se Deus dissesse: “Faça-se Luz no desconhecido”. A sabedoria na mente do cientista é a própria inteligência da Vida de Deus instalada no homem. Quando uma pessoa descobre alguma coisa, por mais insignificante que seja essa coisa, esta pessoa acabou de projetar Luz no que era desconhecido para ela; passou a ver o que antes não via. Esta ação denomina-se: Projetar Luz no que era treva.
Certamente há algo alem do eu físico que a ciência jamais ira poder “apalpar”, posto que não seja substancia material. Mas todos devemos considerar isto:
Primeiro: Será que o cérebro é uma fabrica de pensamentos?
Segundo: Será a inspiração um produto da massa encefálica? Seria uma substancia colhida nos neurônios, ou mesmo resultados de reações químicas?
 De onde então vem a inspiração? De onde provêm as “Partículas subatômicas que já estão sendo observadas ou mesmo o bóson”?

Creia em Deus, Doutor! Voce e toda a humanidade O vivifica todos os dias da Vida! 

07/05/2014

FEITOS À IMAGEM E SEMELHANÇA...

Silvio Marques

Apesar de uma tímida evolução (tímida em razão das barreiras religiosas) a humanidade esta dando mostras de crescimento espiritual. Portanto, já esta na hora de discutirmos e divulgarmos de forma mais direta e corajosa a Realidade da Vida do Homem, para que eles, enfim, deixem de lado “as bengalas e os equívocos religiosos” do passado. Não estou com isto exortando para que se deixem as suas religiões. A questão que desejo pontuar é outra.
Por vezes Jesus dizia aos seus discípulos: “vós ainda não estais preparados...” E como claramente podemos constatar na literatura bíblica, eles não estavam mesmo preparados. Inicialmente enxergavam tudo com a lógica e os conceitos humanos; e o Mestre então lhes dizia (com outras palavras) “... o que lhes falo não é deste mundo”.
Jesus, com certeza, vinha preparando essas pessoas para revelações mais profundas. Mas, infelizmente não deu tempo. Buda inicialmente fez as suas pregações no que ele chamou de “pequeno veiculo”; e posteriormente (quando entendeu que os discípulos já estavam preparados) passou a fazer as revelações do “Grande veiculo”. Jesus certamente tinha a mesma intenção.
Se alguém fica dependente da “força” de seu mestre (seu senhor) para viver e realizar seus sonhos, esse alguém nada apreendeu dele. Ela não o esta vendo como uma fonte de informação, de verdade e despertar; ela o vê como um “escudo de aço” que te protege, ou “bengala” que te ampara.
Jesus, grande mestre, disse com força e convicção: “O Reino de Deus esta dentro de vós”. Então porque raios esse povo que se diz crente não observa com mais atenção o que isto quer dizer? Porque esperar de fora o que esta dentro? Se o reino de Deus esta dentro de nós, o Rei e todos os seus poderes também estão! Como bem sabemos, nenhum rei tem poderes fora de seu reino!
Vejamos isto também:

É dito que Deus criou o homem à Sua Imagem e Semelhança. Mas a falta de reflexão desse povo tem lhe conduzido entender, por isto mesmo, que Jesus seja Deus. A Imagem e Semelhança de Deus não quer dizer exclusivamente a imagem de um ser humano com suas obras e sua personalidade. Entender que a imagem de Jesus seja a imagem de Deus é inverter a revelação. Entender que Jesus seja a imagem de Deus é fazer da imagem do homem a imagem de Deus. É preciso despertar e entender que tudo o que existe em todo o universo é á imagem e semelhança de Deus. Mas o mundo parece que não refletiu bem a respeito dessa afirmação.

                      ???

   

   Acima de tudo precisamos observar a imagem espiritual desta questão. Se Deus é Amor e Justiça e o homem é Sua imagem e semelhança, o homem, como semelhante a Deus, deveria agir sempre e incondicionalmente com Amor e Justiça. Mas isto nem nas instituições religiosas (incondicionalmente) se vê.O Verbo interior é que é a força que constrói o seu destino; é a força que te defende, te mantém, te protege, te abastece.

Deus existe? Existe! Existe fora e também dentro do homem. Existe como Vida, Movimento, Energia, Provisão infinitos. Mas o que de fato, o que verdadeiramente constrói o seu destino (seu universo existencial) é o Verbo (Deus) interior. É exatamente por isto que o Mestre Jesus disse que o Reino de Deus está dentro de vós (de nós e dele).
Portanto, acordai, oh, humanidade!

É Voce que tem a força e o poder! “Tu és o Senhor”!

10/04/2014

Me fale sobre Jesus Cristo!

A pequena pede para que Cheng lhe fale sobre Jesus Cristo:

 Silvio Marques

     

                                                                                            
          ____  Xi-Cheng, me fala de Jesus Cristo! Quem é Jesus?
     ____  Jesus, entre outros, é mensageiro da Luz de Deus, Pequena Linda! Nenhuma palavra sua de pregação foi em vão! ____ responde o mestre.
      ____  Só as palavras de pregação que não foram em vão? Teve (tiveram) outras palavras? ____ pergunta, ainda, a pequena.
          ____  Sim, tiveram muitas, naturalmente! Ele também teve vida social, vida de trabalho, vida familiar; teve as suas angustias e dúvidas até que despertasse para a sua essência divina! O Livro Sagrado não conta essas coisas porque ele (o livro) é acima de tudo fonte da Verdade que desperta; ainda que nem tudo o que esta escrito nos evangelhos sejam palavras suas de fato!
         ____  Porque então as pessoas não tomam as palavras dele e consertam de vez este mundo, Mestre? 
         ____  Não espere por isto, Querida! Este mundo de que você fala não é para ser consertado! O que é para ser “consertado” (para ser desperto) é o mundo interior de cada pessoa! Este mundo a que você se refere está assim porque essa é a sua condição! Assim é e sempre será! As pessoas expressam nele as suas imperfeições enquanto vão se aprimorando; por isso ele parece tão desconsertado!
          ____  Puxa! Que triste, Cheng! Pensei que este mundo um dia fosse ser consertado! Muita gente também pensa assim! Acho!

          ____  Pequena, o Mundo Maravilhoso que você deseja é o mesmo mundo que todos, sem exceção, desejam no mais profundo de seus íntimos; pois esta é a nossa origem! Por isso, para a sua alegria e conforto, eu lhe afirmo que esse mundo já existe! Já lhe falei sobre ele! Bem misericordioso é o Nosso Pai que o construiu para nós! Esteja contente, Pequena! Este mundo aqui parece muito desconsertado como é; mas a Vida é eternamente Bela e Perfeita! É preciso descobri-la no seu próprio interior! Não importa como esteja do lado de fora! O Belo é um estado de espirito!

10/03/2014

COMO SERÁ QUE DEVE SER O INFERNO?

Silvio Marques

          Uma menina pede para que o sábio Cheng lhe fale a respeito do inferno.

          ____  Cheng, você pode me falar sobre o inferno?
          ____  Não, Pequena! Eu não posso!____ responde-lhe serenamente o mestre.
          ____  Porque, Cheng? ____ insiste a menina ____ É porque você não gosta de falar disso?
          ____  Pequena, eu só posso falar a respeito do “céu”! E no céu não tem uma janela de onde se possa contemplar o inferno! O céu é onde não se reconhece o inferno! Se alguém pensa que conhece o inferno ou que vive nele; é porque não conhece o céu! Está com a alma adormecida; vivendo num pesadelo! E o pesadelo é uma “existência falsa”; irreal!
          ____  Mas, Cheng; há muitas pessoas vivendo assim; vivendo isso!
          ____  Elas só estão adormecidas nos seus pecados! Mas, como disse, são somente pesadelos! Precisam despertar para o Céu!
          ____  E o que elas precisam fazer para despertar?

          ____  Devem começar a amar! Começar pelo amor! As “partículas elementares” que compõe o amor são: a justiça, o perdão, a compreensão, a fraternidade, a gratidão; tudo o que é Bem, enfim! Estas são as partículas que eles devem se utilizar no dia a dia para construir a “escada para o céu”!____ deu uma breve pausa, e completou____ Mas eles preferem as vinganças, o egoísmo, as espertezas e os prazeres efêmeros! Por isso permanecem nesses “sonhos ruins”! Isso é que deve ser o inferno!

Importantes informações

  Nota de agradecimento e importantes informações aos Leitores e                              seguidores deste Blog em todo o planeta. Ess...